Pra ficar de olho: 5 jogos imperdíveis dos 16 avos de final

 

    Foto: Reuters  // Daniel Becerril



Costa do Marfim x Noruega

    Foto: Reuters

Favorito: Noruega

Data: 30/06 (terça-feira)

Horário: 14h

Duas equipes que gostam de contra-atacar e explorar espaços nas costas da defesa adversária. A Noruega pratica um futebol muito coletivo, mas que ainda depende bastante da combinação Odegaard-Haaland na hora da decisão, enquanto a Costa do Marfim conta com o talento de seus pontas dribladores, como Diomande, Pépé e Amad Diallo, para desequilibrar a partida.


Bélgica x Senegal

    Foto:  Bruno Fahy / Belga MAG / Belga / AFP via Getty Images

Favorito: Senegal
Data: 01/07 (quarta-feira)
Horário: 17h

Um duelo de muita intensidade física. Os belgas chegam com mais talento individual do meio pra frente, mas a defesa é frágil. Senegal adota um estilo mais coletivo, dependendo menos de jogadores específicos (como a Bélgica precisa que Doku esteja num dia bom) e mais do encaixe tático do treinador.


Espanha x Áustria

Favorito: Espanha
Data: 02/07 (quinta-feira)
Horário: 16h

Um choque de estilos. A Espanha joga controlando a partida com posse e circulação de bola, enquanto o estilo tático da Áustria é pressionar alto com muita intensidade para impedir a mesma troca de passes que os espanhóis tanto adoram. Será provavelmente o confronto mais tático dessa Copa do Mundo, um jogo de xadrez. 


Portugal x Croácia


Favorito: Portugal

Data: 02/07 (quinta-feira)

Horário: 20h

 Portugal não fez uma boa fase de grupos e vem decepcionando, enquanto a Croácia criou uma reputação de eliminar boas equipes que rendem menos do que o esperado: Bélgica e Brasil em 2022, Inglaterra em 2018… Tem tudo para ser um grande jogo, decidido no meio de campo. A intensidade de Vitinha e João Neves enfrenta a experiência de Modrić e Kovacić. 


Colômbia x Gana

    Foto: Getty Images

Favorito: Colômbia

Data: 03/07 (sexta-feira)

Horário: 22h30


A Colômbia chega com favoritismo, mas a organização defensiva de Gana já mostrou que pode dificultar o jogo de qualquer adversário. Os africanos apostam em intensidade e explosão física no contra-ataque enquanto os latino-americanos devem controlar mais o jogo.